Jean Carlos ajeitou a bola.
Não tomou muita distância.
Perna esquerda, de longe... gol da Chapecoense.
Último lance, praticamente.
De novo o Vasco sai na frente e não vence em casa.
Dormi.
Fábio Porchat liga pro Diniz.
No primeiro corredor do SuperBom da Alberto Torres, fim de manhã, movimento grande, desanca o técnico.
"Diniz, eu preciso de chocolates e não tô na TPM".
"Diniz, me ouve: eu prefiro casar com a Rita Cadillac em Fernando de Noronha, em comunhão de bens, pro Vasco não ser rebaixado de novo".
"Diniz, eu tô tão louco que a Rita vai aparecer aqui junto com os Mamonas Assassinas pra roubar prateleiras".
"Não desliga, é verdade... Diniz, já me passaram a mão na bunda, e não foi na bunda da Rita, e não comi ninguém..."
"Diniz...."
O filho da puta desligou.
Acordei!
Jean Carlos abraça a Chapecoense inteira em todos os portais.
Cochilo depois do almoço azedado pelo Globo Esporte.
Quem aparece, cabelo arredondado, chamando pra um rolê Macaé/Campos?
Ayrton Senna.
Tentei frear o sonho antes que Eduardo Paes decida por algum dáblio regional para seu vice (entre Welberth e Wladimir).
Penso nas crianças, na tragédia de Itumbiara, e no conservadorismo bolsonarista.
Nem lembro que é Carnaval.
E o Vasco perde para o Bahia, gol de Luciano Juba. Não sei, do nome dele, o que é fantasia.
Tudo é fantasia.
Sonolento estou, de novo.
"Diniz, pelo amor...hj é sábado de Momo e o jogo é em São Januário, contra o Volta Redonda...".
"Se não classificar, Diniz, vou arrancar os cabelos do Felca. Fio por fio, de São Januário à CSN".
Pelo amor...
Acordei.
A garrafinha de água ao lado da cama.
Pego o celular.
O Face me lembra: foto com pegadas na areia.
Vou no Instagram.
Página principal: Fábio Porchat ligando pro Diniz.
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